Semana Santa de Caeté reforça tradição histórica e religiosa

Minas Turismo Gerais – Jornalista Sérgio Moreira

A cidade de Caeté, que fica a 57 km de Belo Horizonte,  realiza a tradicional Semana Santa, como parte integrantedo projeto Minas Santa, com uma proposta que une fé, patrimônio e inovação, entre os dias entre os dias 29 de março, Domingo de Ramos e 5 de abril, Domingo de Páscoa, nas atividades promovidas pela Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso.

A celebração busca valorizar a estética barroca do município e ampliar a experiência dos fiéis e visitantes, contemplando procissões como Domingo de Ramos, Lava-Pés, Paixão de Cristo, Enterro e Ressurreição.
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O objetivo é estruturar e qualificar as celebrações, preservando sua autenticidade histórica e fortalecendo o turismo religioso e a economia criativa local. Ao aliar tradição e inovação, a Semana Santa de Caeté reafirma sua importância como um dos mais relevantes patrimônios culturais e religiosos de Minas Gerais.

 

 

 

O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.

“A Semana Santa de Caeté nos lembra que é na fé invisível, mas profundamente sentida, que nasce a memória que atravessa gerações. Nos cantos, nas procissões e nos gestos de devoção, a cidade se reconecta com a sua própria história. E é no encontro com o patrimônio material, suas igrejas, suas ruas e seu conjunto histórico, que essa fé encontra abrigo, eco e permanência. Ali, o tempo não se rompe, ele se renova, e a tradição não apenas se preserva, ela é vivida, sentida e compartilhada. Caeté nos mostra que o verdadeiro patrimônio não está só nas formas que vemos, mas naquilo que pulsa dentro delas: a memória, o pertencimento e a fé que continuam a dar vida ao passado no presente”, explica Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).

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