Febtur/MG integra fé, cultura e turismo na confecção dos tapetes de Corpus Christi

A Febtur Minas Gerais uniu fé, cultura e empreendedorismo na construção dos tradicionais tapetes de Corpus Christi, em Belo Horizonte. A ação colaborativa envolveu o Circuito Liberdade, a Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, profissionais do turismo e artesãs mineiras.

A iniciativa nasceu de um diálogo entre Mônica Silva, da EFKaz Turismo e membro da Febtur/MG, e Lucas Amorim, gestor do Circuito Liberdade (Secult/MG). A proposta colocada em prática foi integrar as tradicionais manifestações de Corpus Christi ao Circuito Liberdade, valorizando uma das mais importantes expressões do patrimônio cultural e religioso de Minas Gerais.

A ação ganhou ainda mais relevância por acontecer durante a semana do Congresso Nacional de Turismo e Cultura Sustentável (CTCS), que, neste ano, tem como destaque o turismo religioso como patrimônio cultural e elemento de fortalecimento da identidade dos territórios. A união dessas instituições representou uma oportunidade de demonstrar, na prática, como cultura, religiosidade e turismo podem caminhar juntos na promoção e valorização dos destinos, fortalecendo Belo Horizonte como palco de importantes manifestações culturais e religiosas.

Para ampliar a mobilização, Mônica Silva convidou a vice-presidente da Febtur/MG, Ana Luiza Anacleto, que, à frente da Mundo em Movimento Turismo e do projeto TIME 360, realizado em parceria com a Conexão Metamorfose, reuniu artesãs e empreendedoras ligadas ao crochê, aos trabalhos em tecido, à produção de flores artesanais, à gastronomia e a diversas expressões da economia criativa para participarem da construção dos tapetes.

A ação contou ainda com a participação de Lydia Sucasas, membro da Febtur/MG e responsável pela Sucasas Projetos, que, além de realizar a cobertura fotográfica da equipe, contribuiu com a criação de um belíssimo desenho, demonstrando sua expertise e talento como arquiteta.

Na manhã do dia 4, às seis horas, integrantes do TIME 360 já estavam reunidas na Avenida Afonso Pena, em frente ao Palácio das Artes, dando início à confecção dos tapetes. O trabalho trouxe uma proposta inovadora ao incorporar elementos da cultura e da gastronomia mineira aos símbolos tradicionais da liturgia católica.

Entre os materiais utilizados estavam peças de crochê, tecidos, flores e representações da gastronomia mineira, como o pão de queijo e a pipoca, elementos que remetem às tradições e aos sabores de Minas Gerais. Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para estabelecer uma conexão entre a espiritualidade da celebração e a riqueza cultural do estado.

O resultado final foi surpreendente e chamou a atenção da mídia local, que entrevistou Ana Luiza Anacleto e outras artesãs participantes, destacando a integração entre cultura, religiosidade e identidade mineira.

Essa ação reforça o propósito da Febtur/MG de unir diferentes entidades e profissionais em torno de um objetivo comum: fortalecer o turismo, valorizar o patrimônio cultural e promover o desenvolvimento dos destinos turísticos por meio da integração entre comunicação, cultura e empreendedorismo.

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